Rafael Moreno

Entre, mas não precisa tirar o sapato, também não é pra tanto.

É rápido, prometo.

Por aqui a gente pode falar um pouco sobre filmes, séries, livros, músicas. Podemos misturar tudo num só remix. Começar do zero, como um reboot também.

Corintiano sensato, coerente e convicto que não foi pênalti no Tinga.

Comecei a ler pelos gibis. Maurício de Souza nem tem ideia da ajuda que deu. O primeiro livro que não fosse com “figuras” foi Harry Potter, mas só fui completar a saga esses tempos.

Clube da Luta foi aquele livro que me deu um soco na cara para o que diabos iria fazer da vida. E vejam só, cá estou escrevendo pra vocês. Parte da meta foi cumprida.

Parei no Playstation dois, mas o Super Nintendo sempre foi o vídeo game. Talvez o único que ainda tenho paciência de jogar. Talvez porque me vejo com doze anos novamente. E sim, a culpa é sempre do jogo quando não passo da fase.

Toda vez que passa o filme Dia de Treinamento, não interessa em que canal e em que cena, sempre paro para terminar de assistir.

O metrô é o melhor lugar do mundo para você ler um livro, é sério. Posso falar que a grande maioria que li foi das idas e vindas da casa para o trabalho. Deve ser por isso que sou meio inquieto, afinal de contas, escolher ler apertado e no meio de centenas de pessoas ao invés do aconchego de casa, não deve ser al escolha mais sábia pra quem quer sossego.

Curto muito rap. Ritmo e poesia. Por escrever, pode ser que esse seja o estilo musical que mais me aproxima da caneta e papel. Ouço rock, samba, funk, e o que quer que seja também. Mas o rap tem um canto especial.

Você não sabe, mas já abracei o Gabriel o Pensador. Duvido muito que ele lembre, mas ter a oportunidade de ver o ídolo de perto é o frio na barriga que desejo a todos.

Esse começo é bem rápido. Só pra terem uma ideia do que podem encontrar por aqui.

Entrem, fiquem a vontade mas não precisa tirar o sapato, não é pra tanto.

Aliás, tá ouvindo o que aí nos seus fones?

Abraço,

Rafael Moreno

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